sábado, novembro 11, 2006

no respirar das palavras

uma nota rápida, só para chamar a atenção para este post, que encontrei enquanto pesquisava histórias + língua gestual. leiam principalmente a 2ª parte intitulada epopeia. depois digam-me o que acharam. eu fiquei... nem sei! pena que não se possam deixar comentários...

8 comentários:

@Memorex disse...

Também já o tinha visto, impressionante como a educação não está preparada para receber pessoas portadoras de deidiciências senão ombrear lado a lado com pessoas intoleantes.

Beijo afectuoso em formas de borboletas capaz de roçar os vossos rostos.

P.S-» continuem a bloggar :)

Carinhosamente Memorex

@Memorex disse...

erro meu, querida dizer "deficiências"

respirares disse...

Não abdiquem da esperança. As epopeias são, afinal, as pequenas vitórias que se vão conseguindo com determinação, desânimo, sorrisos, lágrimas e uma fé enorme na vida. Nas pessoas. No Pedro, sobretudo.
A receita é simples - encarar cada dia per si, mas nunca desistir.
Fico a "torcer" pelo Pedro com o mesmo carinho que lembro o "João".

Um abraço.

Ana Rodrigues

respirares disse...

Um pequeno pormenor: os comentários estão fechados, porque os textos já foram editados em outros blogs e estou apenas a compilá-los.

paidopedro disse...

ana rodrigues: o que me tocou foi a extrema honestidade do seu texto. conheço muitos "joões" na comunidade surda, essa simplicidade, essa quase ingenuidade, essa alegria de viver, de aprender, de comunicar que nos desarma completamente. o mais importante no seu post é que está tudo lá, a reacção de quem encontra pela primeira vez e tem que lidar com uma situação semelhante. a falta de preparação dos professores que muitas vezes são deixados com a tarefa nas mãos sem qualquer apoio. obrigado pela sua honestidade, ainda bem que descobriu este cantinho aqui e se manifestou.
um abraço.

Lina disse...

Sou professora de Bilogia e Geologia e no ano lectivo de 2000/2001 tive um aluno surdo integrado numa turma de 28 alunos, sem professores de apoio ou ensino especial.Estava por minha conta e com um relatório médico e sem indicações nenhumas.Senti-me perdida e desamparada! Qual o meu espanto quando este "João" me conseguiu ensinar a ensiná-lo! Foi uma experiência fascinante e muito gratificante. Hoje também trabalho com outros "Joões" portadores de outras deficiências, embora com professores de apoio e do ensino especial tenho mais dúvidas no meu sucesso. Nem sabem como isso me custa e quanto todos os professores dos respectivos conselhos de turma estão a lutar por ajudá-los. Alguns professores não são mais que outros, mas não são todos iguais! Mesmo sem a respectiva formação que deveríamos ter, continuamos a tentar ajudar todos os que de nós precisam. Um abraço. Lina

Grilinha disse...

Concordo em pleno com a tua opinião...primeiro chocou-me um pouco a "falta de vontade"...porém que esperar de quem não tem preparação e nem necessáriamente vocação? QQ profº ficaria aborrecido com mais uma horinhas extra...quanto mais uma tarefa tão árdua. Porém...deixou-se contagiar...o que é belo. E muito bom. Gostei desta história que ainda para mais é verdadeira...Beijos

Grilinha disse...

Concordo em pleno com a tua opinião...primeiro chocou-me um pouco a "falta de vontade"...porém que esperar de quem não tem preparação e nem necessáriamente vocação? QQ profº ficaria aborrecido com mais uma horinhas extra...quanto mais uma tarefa tão árdua. Porém...deixou-se contagiar...o que é belo. E muito bom. Gostei desta história que ainda para mais é verdadeira...Beijos